Como o Open Atos protege cada voto e cada dado
As garantias da plataforma, como funcionam e o que elas cobrem. Se a sua Câmara tiver uma pergunta que não está aqui, a equipe responde por escrito.
Integridade do voto
- A escolha secreta fica no servidor
- Telão, portal, ata, boletim, exportações e as telas da Mesa recebem só os totais de uma votação secreta. Nem o próprio vereador volta a ver como votou.
- Um voto, uma vez
- Cada vereador tem no máximo um voto por votação. Um voto reenviado depois de uma queda de conexão é reconhecido e não conta de novo.
- Encerrou, não muda
- Depois do encerramento, nenhuma escolha pode ser alterada.
- Regras testadas
- As regras de quórum têm testes automáticos para Câmaras de 9, 10, 13, 15 e 21 cadeiras, e o resultado sempre vem com a conta que o justifica.
Trilha de auditoria
- Registros encadeados
- Cada registro da auditoria carrega a impressão digital (SHA-256) do anterior. Alterar um registro quebraria a cadeia.
- Nada é apagado pela aplicação
- A própria plataforma não tem como apagar registros da auditoria.
- Quem fez o quê
- Ficam registrados quem abriu e encerrou cada votação, quem mudou cada cena do telão e quem registrou votos ou presença em nome de vereadores.
- Sem expor o voto secreto
- Na votação secreta, a auditoria guarda quem votou e quando, nunca a escolha.
Contas e acesso
- Senhas fortes
- Mínimo de 12 caracteres, guardadas com Argon2.
- Verificação em duas etapas
- Código de aplicativo autenticador (TOTP) para quem a Câmara exigir.
- Bloqueio de tentativas
- Cinco senhas erradas bloqueiam o acesso por 15 minutos.
- Sessão protegida
- O acesso fica num cookie protegido do navegador, sem chaves de acesso guardadas na página.
- Perfis separados
- Administração, Secretaria, Mesa e vereadores têm permissões diferentes. Uma mesma pessoa pode ter mais de um perfil.
- Ninguém é apagado
- Pessoas e acessos são desativados, nunca excluídos, para o histórico da Câmara continuar íntegro.
Hospedagem e dados
- No Brasil
- Em produção, a plataforma roda na AWS, na região de São Paulo.
- Cada Câmara separada
- Os dados de cada Câmara ficam num esquema próprio do banco de dados.
- Conexões cifradas
- Todo o tráfego usa TLS, com cabeçalhos de segurança em todas as respostas.
- Política de cópias de segurança
- Cópia noturna do banco de cada Câmara, guardada fora do servidor por 30 dias, com testes de restauração.
- Servidor próprio, se preferir
- No plano Completo, a Câmara pode ter servidor dedicado ou instalação local.
LGPD e transparência
- Papéis claros
- Nos planos hospedados, a Câmara é a controladora dos dados da sessão, e o Open Atos atua como operador, seguindo as instruções dela.
- Atos públicos abertos
- Pauta, presença e resultados são registros oficiais e ficam no portal sem login, como pede a Lei de Acesso à Informação.
- Dados pessoais fora do portal
- E-mails, senhas, códigos de acesso e outros dados que não são atos públicos nunca aparecem no portal.
Plano B do dia da sessão
- Voto em papel, registrado
- Se um tablet falhar, a Mesa registra o voto em nome do vereador, com motivo obrigatório e registro na auditoria.
- Folha de chamada impressa
- Antes da sessão, a Secretaria pode imprimir a folha de chamada.
- Telão e tablets reconectam
- Sem conexão, o telão guarda a última cena e volta sozinho; o tablet reenvia o voto sem duplicar.
- Monitoramento
- A disponibilidade da plataforma é monitorada, com alertas para a equipe.
Encontrou uma falha de segurança?
Escreva para security@openatos.org. Não publique falhas de votação, de voto secreto ou de dados pessoais antes da correção. Veja como relatar em Segurança e vulnerabilidades.
Leve as perguntas de segurança da sua Câmara para a demonstração
Mostramos uma sessão completa, da abertura à publicação do resultado, com o número de cadeiras e os quóruns do seu Regimento.